Tecnologias avançadas de por povos antigos

Mistérios Históricos, Arqueologia e Ufologia
Avatar do usuário
Xevious
Administrador
Administrador
Mensagens: 9449
Registrado em: 28 Abr 2009, 01:12
Fale sobre voce: Sou feito de atomos
Gender:
Brazil

Tecnologias avançadas de por povos antigos

Mensagempor Xevious » 28 Mar 2015, 19:50

Taça de Licurgo
Imagem

A Taça de Licurgo é um cálice romano antigo. Você pode se perguntar o que poderia ser tão tecnologicamente avançado em uma taça (ela vai sozinha até a geladeira e se enche de cerveja?). Os cientistas também não notaram nada de especial nela, até que a seguraram contra a luz.
Ela parece verde quando iluminada pela frente, e vermelha quando iluminada por trás:

Imagem

Em 1990, pesquisadores britânicos tentaram desvendar o mistério dessa taça. Eles concluíram que o vidro estava cheio de ouro e prata, mil vezes mais finos que um cabelo humano. Basicamente, os romanos descobriram a nanotecnologia – a ciência da manipulação de partículas extremamente pequenas – e a usaram para fazer uma taça que brilha em cores diferentes (seres humanos têm essa mania).

Para fazer o copo, eles tiveram que moer ouro e prata em grãos muito menores do que areia e fundi-los ao vidro em proporções específicas para produzir os efeitos subatômicos que estamos apenas começando a entender nas últimas décadas.

Por alguma razão, os cientistas não tinham permissão para usar essa relíquia milenar para tomar uma, então fizeram o seu melhor para replicá-la e descobriram que a taça, provavelmente, também mudava de cor com base em que tipo de líquido era posto nela.

Além disso, ela é ainda mais eficaz na detecção de diferentes tipos de substâncias na água do que os sensores modernos, o que significa que a ciência está considerando usar tecnologia da época de César para melhorar detectores de substâncias modernos.

Disco Uunartoq
Imagem

Navegar no mar nos tempos antigos era extremamente complicado. Se você queria ir, digamos, da Europa para as Américas, tinha grandes chances de chegar em Madagascar, já que a água parece a mesma em todas as direções lá fora.

Os cientistas então ficaram intrigados para entender como os Vikings eram consistentemente capazes de viajar em uma linha completamente reta da Noruega à Groenlândia e de volta, o que equivale a cerca de 2.500 quilômetros, enquanto o resto do mundo remava em círculos, orgulhosos demais para pedir às sereias por direções. Então, em 1948, eles encontraram um antigo artefato Viking em um convento do século 11, e concluíram que era uma bússola chocantemente avançada.

Antes de bússolas magnéticas, antigos marinheiros tinham que encontrar o seu caminho usando relógios de sol. Como você pode imaginar, à noite ou até mesmo em um dia nublado eles não eram nada úteis. A bússola Viking, conhecida como disco Uunartoq, além de ser um relógio de sol incrivelmente sofisticado, com vários graus de sombra para localizar os pontos cardeais, possuía o que os registros medievais referem-se como sendo um cristal “mágico”, que lhe permitia funcionar mesmo quando o sol não estava disponível.

Sim, colocamos “mágico” entre aspas sarcásticas porque a ciência não tinha uma boa explicação para o cristal na época, mas hoje os pesquisadores acreditam que um certo tipo de cristal colocado no dispositivo poderia de fato ter criado um padrão no disco quando exposto mesmo à luz fraca, e esse padrão poderia ter ajudado os Vikings a encontrar o seu caminho.

Os pesquisadores fizeram um teste e descobriram que o disco funcionava com menos de 4 graus de erro, o que é comparável a bússolas modernas. Isso porque nem sequer sabemos tudo sobre esse dispositivo, uma vez que recuperamos apenas metade dele.

Brocas chinesas

Imagem

O sal era um recurso muito valioso no mundo antigo, que servia, entre outras coisas, como conservante antes de existir refrigeração. Porém, quando você vive em um país tão grande como a China, você não pode necessariamente fazer uma viagem para a praia para recolher água do mar em uma base diária. Sendo assim, os chineses não tinham muita escolha a não ser cavar o solo em busca desse ouro branco.

Como consequência, inventaram uma broca enorme que consiste em bambu com um pouco de ferro no final, que vários homens usavam para escavar poços profundos. Esses poços de sal do século 3 alcançavam 140 metros abaixo do solo com eficácia.

Imagem

Seus métodos de perfuração não eram apenas engenhosos, mas sofisticados. Os chineses projetaram catálogos de brocas de perfuração para diferentes circunstâncias, com protocolos de segurança.

Os furos que os chineses faziam também liberavam metano, e por isso foram apelidados de “poços de fogo”. O que era um problema inicialmente explosivo tornou-se mais um recurso para aquele povo, conforme eles perceberam que podiam usar esse gás natural para alimentar com energia seus aparelhos antigos. Eles transportavam o metano através de uma série de dutos de bambu de longo alcance que carregavam tanto a água salgada quanto o gás a grandes distâncias, inclusive sob as estradas.

Pilar de Ferro de Délhi

Imagem

Sabemos que as pessoas da Idade Média e mesmo antes tinham a capacidade de revestir materiais com filmes finos de metais como ouro e prata. Na verdade, seus métodos funcionavam ainda melhor do que os que usamos hoje. Você leu certo: ainda não alcançamos a Idade Média.

O Pilar de Ferro de Délhi é uma coluna no Complexo de Qutb, em Délhi. Foi construída por volta do ano 400 e zomba completamente de arqueólogos e metalúrgicos do mundo todo, porque tem 1.600 anos de idade e ainda não corroeu. Compare isso com o seu carro ano 1990 e você vai entender que tipo de conquista é essa.

Estudos do pilar mostram que sua composição é extraordinariamente rica em fósforo, que parece ter protegido o metal da devastação por elementos da natureza. Basicamente, ele nutre uma fina película de ferrugem inofensiva que combate uma ferrugem mais profunda e prejudicial. Isso não é acidente: obras anteriores não possuem o mesmo fósforo, enquanto que várias estruturas posteriores foram forjadas da mesma forma.

O robô programável de Heron de Alexandria

Imagem

Heron de Alexandria foi um sábio matemático e mecânico grego do começo da era cristã. Essa mente brilhante foi responsável pela primeira máquina a vapor, porta automática e até mesmo robô – tudo isso no primeiro século. Aliás, pesquisadores o creditam por ter inventado o primeiro robô programável do mundo.

Pode parecer bobagem chamar a construção de Heron de “robô”, considerando que era um carro de madeira de três rodas movido por cordas em vez de eletricidade. No entanto, a engenhoca usava um sistema de pesos e roldanas cronometrados, de forma que podia se mover sozinha, fazer curvas e passear em volta de seres humanos por perto.

Apesar de sua simplicidade, cientistas da computação dizem que esta é basicamente a maneira como todos os robôs operam. É como se as cordas fossem “sequências de código”. Pesquisadores até construíram um para mostrar que funcionava e não era apenas o produto da imaginação do grego. Confira

https://www.youtube.com/watch?v=xyQIo9iS_z0

Lampadas de Dendera

Imagem
Apartir de imagens em paredes foi identificado um objeto que mais tarde se desconfiou que seria uma lâmpada.
Posteriomente se constatou que eram mesmo e inclusive foi reproduzida uma similar.
Imagem
Mas nunca foi encontrada uma peça delas.

Bateria do Iraque Antigo
Imagem
Este instrumento foi encontrado e por muito tempo não se sabia a utilidade, mas um cientísta examinando seus componentes chegou a conclusão que tratava-se de um tipo de pilha ou bateria.
Mais tarde foi confirmado colocando-a para funcionar.
A bateria é um vaso de argila no qual se insere um tubo de chapa de cobre, com diâmetro aproximado de 2,5 cm por 10cm de comprimento, a base é selada por um disco de cobre, no seu interior projecta-se uma barra de ferro, aparentemente corroída por ácido, com uma tampa de betume.

Mecanísmo de Antikythera
ImagemImagemImagem

Cunha da Roménia, em alumínio.

Imagem

A misteriosa cunha da Roménia é esta estranha peça da foto, que foi encontrada em 1974 numa das margens do rio Mures, a dois km de Aiud. O misterioso objecto foi descoberto numa escavação, enterrado a dez metros de profundidade, ao lado de dois ossos de mastodontes. O mastodonte é um mamífero de grandes dimensões, também chamado de mamute, extinto a pelo menos 10.000 anos.

Em termos de morfologia o estranho objecto assemelha-se a cabeça de um martelo, mas a sua função real nunca foi determinada.
A descoberta teria sido levada para o Instituto Arqueológico de Cluj-Napoca para ser examinado. Foi lá que os arqueólogos confirmaram algo bastante estranho:
O objecto era feito de alumínio, recoberto com uma fina camada de óxido. A liga foi examinada e foram detectados 12 elementos diferentes.

A cunha, como o objecto passou a ser chamado por falta de um nome melhor, parecia ser fabricada por fundição, mas o problema é que não existia alumínio na Terra até em meados de 1800. O material não foi produzido industrialmente até 1885. Foi Friedrich Wöhler que conseguiu isolar o alumínio, em 1827.

Apesar do alumínio ser um metal encontrado em abundância na crosta terrestre (8,1%) raramente é encontrado livre.
As suas aplicações industriais são relativamente recentes, sendo produzido em escala industrial a partir do final do século XIX. Quando foi descoberto verificou-se que a sua separação das rochas que o continham era extremamente difícil. Como consequência, durante algum tempo, foi considerado um metal precioso, mais valioso que o ouro.

O processo ordinário de obtenção do alumínio ocorre em duas etapas: a obtenção da alumina pelo processo Bayer e, posteriormente, a electrólise do óxido para obter o alumínio. O processo de electrólise necessário consome grandes quantidades de energia, o que explica o facto das fabricas de alumínio possuírem as suas próprias estações hidroelétricas.

A elevada reactividade do alumínio impede extraí-lo da alumina mediante a redução, sendo necessário obtê-lo através da electrólise do óxido, o que exige este composto no estado líquido. A alumina possui um ponto de fusão extremamente alto, na faixa dos 2000 °C, tornando inviável de forma económica a extracção do metal.

Como algo assim poderia estar na mesma camada geológica de ossos de mamute datados de 11.000 anos de idade?

Até o momento não foi possível estabelecer a origem da peça. Muitas pessoas sugeriram que esta poderia ser uma das melhores evidências da existência de civilizações alienígenas visitando o nosso planeta desde os mais remotos tempos.

A cunha foi levada para ser examinada num laboratório em Lausanne, na Suíça, e obteve o mesmo resultado na análise metalúrgica:

89% de alumínio, 6,2% de cobre, 2,84% de silício, 1,81% de Zinco, 0,41% de chumbo, 0,33% de estanho, 0,2% de zircónio, 0,11% de cádmio, 0,0024% de níquel, 0,0023% de cobalto, 0,0003% de bismuto, e um pequeno traço de gálio.

A análise da espessura da camada de óxido que recobre todo objecto de alumínio deu uma precisa referência de idade. De acordo com a camada de óxido, estabeleceu-se a idade do material em cerca de 300 anos, algo por si já insólito, pois a oxidação indica que o alumio descoberto na margem do rio é anterior À sua descoberta na Terra.

Várias pessoas se debruçaram sobre o misterioso objecto e um especialista da aeronáutica sugeriu que poderia tratar-se de uma sapata de aterragem, pela forma bastante similar das sapatas usadas em veículos da época, porém era bem menor. Não tardou a muitas pessoas começarem a construir hipóteses sobre a misteriosa cunha ser uma peça que teria se desprendido de um ovni.

Devido à limitada quantidade de informações acerca do estranho objecto, nunca foi possível a precisa determinação da sua origem. A misteriosa cunha de alumínio nunca foi exibida ao público. Posteriormente as análises, o artefacto foi doado para o Museu de História da cidade de Transilvânia, em Cluj. Em 1995 os editores da revista RUFOR, uma revista Roménia de estudos ufológicos visitaram a reserva técnica do museu e atestaram que o objecto se encontra lá.

Esferas klerksdorp

ImagemImagem

Pelo menos 200 esferas manufacturadas foram extraídas numa escavação profunda numa rocha numa mina de prata de Wonderstone, África do Sul, com uma média de 1 a 4 polegada de diâmetro.

São compostas de uma liga de níquel-aço que não ocorre naturalmente. Algumas têm uma fina casca de cerca de ¼ de polegada de espessura, e quando quebradas dentro encontra-se um estranho material esponjoso que se desintegra em pó em contacto com o ar. Essas esferas, têm intrigado os cientistas da NASA.

A grande maioria apresenta 3 sulcos no meio da sua parte externa, como anéis afundados. São tão perfeitos que parecem terem sido gravados com a ajuda de algum torno mecânico de precisão. Há esferas de dois tipos distintos : um deles oco, recheado com um material esponjoso e o outro, sólido e pesado.

Algumas são tão resistentes que sequer foram arranhadas por brocas de aço .

Roelf Marx, o curador do museu sul-africano Klerksdorp, exibe atónito uma dessas esferas, trancada num compartimento de exibição, que misteriosamente gira em si mesma, isenta de qualquer vibração exterior!
Foram retiradas da camada de uma rocha pirofilita e datas pela técnica do rádio-isótopo entre 2,8 e 3 biliões de anos, ou seja, historicamente isso é impossível, já que a vida inteligente neste planeta só se desenvolveu recentemente, de acordo com a ciência.

Todavia, o fenómeno não seria inédito. Lendo a respeito disso, John Hund, da cidade de Pietersburg lembrou-se que cerca de cinquenta anos atrás foi publicado um artigo numa revista no qual se relatava a sua viagem à mina de Gestoptesfontein, perto de Ottosdal, na Província do Norte, onde ele havia encontrado um pedra como essas do museu de Klerksdorp, que gira sobre o seu eixo.

Um dia, enquanto brincava jogando a pedra numa superfície plana num restaurante, Hund percebeu que ela tinha uma oscilação admirável.

Ele levou-a ao Instituto Espacial da Califórnia, na Universidade da Califórnia, para serem feitos testes, para se determinar como oscilava tão bem.
“Quem a examinou foram os indivíduos que fizeram os giro-compassos para a NASA. Notaram que o seu equilíbrio era tão apurado que excedia o limite das suas medidas tecnológicas.

A pedra oscila dentro de um parâmetro de um milésimo de polegada, com absoluta perfeição", explica Hund. Ninguém sabe o que estas pedras são. Um cientista da NASA disse a Hund que eles não têm a tecnologia para criar qualquer coisa tão finamente equilibrada quanto ela.
Disse que o único modo que natureza ou tecnologia humana poderia criar algo tão finamente equilibrado seria em gravidade zero.

fontes:
cracked
realidadeoculta
Conheça o site Tele-Tudo, que contem prestadores de serviços para todo tipo de serviço


  • Tópicos Semelhantes
    Respostas
    Exibições
    Última mensagem

Voltar para “Mistérios Históricos e Ufologia”

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 1 visitante