Nova técnica de celular solares quebra records de energia

Conteúdo relacionado a ecologia e meio ambiente
Avatar do usuário
Xevious
Administrador
Administrador
Mensagens: 9617
Registrado em: 28 Abr 2009, 01:12
Fale sobre voce: Sou feito de atomos
Gender:
Brazil

Nova técnica de celular solares quebra records de energia

Mensagempor Xevious » 14 Dez 2017, 23:32

Efeito fotovoltaico em massa

Imagine que você acreditasse que um recorde mundial fosse o limite máximo passível de ser atingido em alguma modalidade esportiva. Então, alguém fisicamente melhor adaptado e com uma técnica aprimorada de treinamento entra em campo e supera aquele recorde.

É algo assim que está acontecendo no campo da energia solar. Acostumados com décadas de desenvolvimento das células solares de semicondutores - e seus intrínsecos limites máximos de eficiência - poucos se deram conta de que há outros meios de geração fotovoltaica que podem ser muito mais eficientes.

Na década de 1960, o físico russo Vladimir Fridkin descobriu um efeito fotovoltaico maciço, ou em bruto, que não ocorre na interface entre dois materiais semicondutores, como nas células solares tradicionais, mas em um material inteiro.

O mecanismo baseia-se na coleta dos chamados elétrons "quentes", aqueles que ganham uma energia adicional da luz solar, mas que precisam ser capturados rapidamente, antes que percam seu excesso de energia.

Embora prometa um novo paradigma para a construção de células solares, esse chamado "efeito fotovoltaico em massa" vinha recebendo relativamente pouca atenção porque não se conhecem muitos materiais que apresentem o efeito.

Imagem

Célula solar de titanato de bário

Agora, Jonathan Spanier e seus colegas da Universidade de Drexel, nos EUA, em colaboração com o próprio professor Fridkin, descobriram um material promissor.

O material extrai energia de uma pequena porção do espectro da luz solar com uma eficiência de conversão que está acima do seu máximo teórico - um valor conhecido como limite de Shockley-Queisser.

Spanier usou um cristal de titanato de bário para converter a luz solar em energia elétrica de forma muito mais eficiente do que o limite de eficiência de potência estabelece para um material que não absorve quase nenhuma luz no espectro visível - ele absorve apenas ultravioleta.

"O titanato de bário absorve menos de um décimo do espectro do Sol. Mas o nosso dispositivo converte a energia incidente de modo 50% mais eficiente do que o limite teórico para uma célula solar convencional construída usando esse material ou um material com o mesmo intervalo de energia," disse Spanier.

fonte: InovaçãoTecnológica

Transformação direta da luz em eletricidade!
Eficiência muito maior.

Talvez dê pra a partir desta tecnologia.
Também criar uma forma de aproveitar a energia atômica diretamente em eletricidade.
No caso as emissões radioativas e como resultado teríamos uma eficiência muitíssimo maior.
Conheça o site Tele-Tudo e compre o que precisar, por tele-entrega


  • Tópicos Semelhantes
    Respostas
    Exibições
    Última mensagem

Voltar para “Ecologia”

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 2 visitantes