Milk nova linguagem, é voltada para BigData

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Milk nova linguagem, é voltada para BigData

Mensagempor Xevious » 01 Nov 2016, 17:35

A nova linguagem de programação quadruplica a velocidade no gerenciamento de grandes dados

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Investigadores do MIT desenvolveram uma linguagem de código denominado Milk que permite aos programadores de aplicações gerir a memória dos sistemas de forma mais eficiente nos programas que interagem com dados dispersos entre grandes conjuntos.

Só a gestão da memória representa um desafio considerável para os conjuntos de dados tradicionais. Mas, quando falamos de grandes volumes de dados dispersos, então, a sua administração pode eternizar-se.

A nova linguagem de programação anunciada pelo MIT tem por objetivo remediar o problema e inclusive quadruplicar a velocidade em algoritmos comuns. O princípio de localização rege a gestão de memória na maioria dos chips dos computadores atuais.

Se um programa precisa de informação armazenada em determinado sítio da memória vai precisar, na maior parte dos casos, de dados que estejam próximos. Mas quando falamos de grandes volumes de dados, nem sempre se aplica essa regra.

Muitas vezes, os programas devem atuar em poucos elementos de dados dispersos através de enormes construções. A procura de dados da memória principal é o caminho mais lento para os chips atuais, e procurar dados com frequência pode atrasar de maneira considerável a execução.

Na essência, ela acrescenta vários comandos à OpenMP, uma API para linguagens como C e Fortran, as quais facilitam a escrita de código para processadores de múltiplos núcleos.

“Por exemplo, é como se cada vez que desejássemos cereais fosse necessário abrir o frigorífico, servir o leite e guardar o pacote de leite outra vez” explicou Vladimir Kiriansky, estudante do doutoramento em engenharia e ciências da computação do MIT. Foi este desafio de optimizar o processo que levou Kiriansky e outros investigadores à criação da Milk.

Na essência, ela acrescenta vários comandos à OpenMP, uma API para linguagens como C e Fortran, as quais facilitam a escrita de código para processadores de múltiplos núcleos. Através da Milk, o programador integra algumas linhas de códigos adicionais à volta de qualquer instrução que percorre, em interação, um enorme conjunto de dados à procura de um número relativamente pequeno de elementos e compila toda a informação para administrar depois a memória.

Com a linguagem, quando um núcleo descobre a necessidade de um determinado grupo de dados, já não os pede através da memória principal. Em vez disso, a “morada” do grupo de dados é acrescentada numa lista de “moradas” armazenada localmente. Desta forma, cada solicitação pode ser recuperada mais eficientemente.

De acordo com o MIT, em experiências realizadas com vários algoritmos comuns, os programas escritos na nova linguagem funcionaram quatro vezes mais rapidamente que aqueles escritos nas linguagens já existentes. Os investigadores apresentaram o projeto na International Conference on Parallel Architectures and Compilation Techniques.

fonte: ComputerWorld

Outra novidade no mesmo sentido (BIGDATA) mas dessa vez relacionando-se ao hardware, é uma nova arquitetura em 3D para Chips, que tem como meta manter bem mais memória para acesso ao núcleo do processador, acelerando operações de BigData também.
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