Pequena jornada de um Aloprado

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Pequena jornada de um Aloprado

Mensagempor Anonymous » 27 Jan 2011, 16:48

Amigos, mediante solicitação (e demonstração de saudades explícitas) de vocês, resolvi dar as caras novamente.

Na época do Cybernados postei um diário com informações reais do meu cotidiano. Na época, o acaso contribuiu para que cada dia houvesse uma narrativa diferente, e nada foi inventado. Amigos que leram os posts ficaram boquiabertos com a frequ6encia e variedade de situações nas quais me enfiava. Momentos como aqueles, assim como o Cybernados, serão difíceis de repetir.

Bom, como minha rotina está um pouco diferente daquele período, não tenho condições de contar sob forma de diário o que acontece comigo, pois muitos dias não teriam nenhuma ocorrência. A gente cresce, assume inúmeros compromissos e a diversão vai embora...

Entretanto, como o acaso está sempre do meu lado, vou contar-lhes o que aconteceu ontem:

Uma moça jovem, de 31 anos, me conhecia há 5 anos e jamais tinha me dado muita bola, resolveu me ligar logo depois da virada do ano. Eu estava de férias com a família e nem vi o telefonema. Ao chegar no quarto do hotel, minha esposa viu o aviso no celular, espiou e veio me mostrar: "Olha só, quem será esse Psico aqui?" Não é igual aquele "quem" da outra vez, né? Ou é?".

Vou explicar pra vocês, leitores: recebia, no ano de 2002, um chamado regular de um número, sempre o mesmo número, e nunca falavam nada. resolvi identificar como "quem" aquela chamada. Segui recebendo com certa frequência a dita chamada, minha esposa viu e me pressionou pra saber quem era. Eu disse que não sabia, que ficava mudo sempre que atendia. Vi que ela ficou desconfiada, mas eu não podia fazer nada, pois realmente não sabia quem era. Num belo fim-de-semana, estávamos caminhando de mãos dadas e o "quem" ligou. Pra minha surpresa, surgiu uma voz do outro lado. Era a mãe de um conhecido, dizendo que estava muito preocupado com seu filho e que sabia que eu o poderia ajudar, pois éramos muito amigos. Minha esposa acompanhou atentamente toda a conversa e viu que o "quem" era inofensivo. Quando viu o "Psico" na identificação do celular imaginou a mesma coisa. Não fez ar de desconfiada. Deu risada e pronto.

Eu sabia quem era.

Ao chegar em casa, no dia seguinte liguei pra ela. Pensei que desta vez ela devia estar precisando de atenção e que, agora sim, havia resolvido ceder ao meu chamado. Nosso contato até aquele momento resumia-se a três conversas sem graça e um tesão doido de minha parte. Ela, nada. Casada, com três filhos adolescentes.

"Alô! Como vai você? Liguei há 10 dias, pois fiquei com vontade de ver você. Posso passar no seu trabalho?"

Quase cai pra trás com a proposta. Respirei fundo e... "Olha, na quarta-feira dia 26 eu tenho uma folga durante a tarde. Se você aceita, podemos ir a um lugar mais tranquilo..."

A moça disse que sim e que seria delicioso poder ficar sozinha comigo por uma tarde inteira. Alguns acertos, combinações, ajustes de horários e bastava esperar pelo dia...

Peguei-a às 13h, horário pontualmente combinado. Em menos de 10 minutos estávamos numa suite de motel. Grande, cama redonda, banheira de hidromassagem gigante (cabem 3 pessoas ali dentro com folga, eu sei - já entrei ali com duas gatinhas no mês passado!). O olhar dela denunciava: nunca havia estado ali. Coitada, presa fácil diante de um abutre sedento...

Fomos conversando amistosamente, enquanto bebia um RedBull. Ela pediu uma água mineral. Eu fui me despindo lentamente, enquanto seguíamos num bate-papo gostoso e ameno. Não ligamos rádio nem TV. Som natural: barulho do colchão, da nossa respiração, da voz...

Eu, só de cueca, enquanto ela pede pra eu aguardar, pois tinha uma roupinha especial para a data. Fiquei deitado na cama redonda, à sua espera. Em poucos minutos, entra uma mulher com bela silhueta, madura, vestida com uma lingerie e cinta liga. A renda preta-rosa-laranja destacavam seus olhos verdes, enquanto os cabelos longos, que desciam até a altura dos ombros ou um pouco mais, formavam a imagem que eu mais desejava naquele instante.

Lentamente ela engatinhava naquela cama em minha direção. Veio sorridente e confiante, recheando o clima de sedução e de brincadeira. Eu, com o pau duro, saboreava cada segundo. Ela encostou seu corpo ao meu, deslizou a mão suave no meu peito e disse que adorava sentir os pelinhos do peito de um homem. Disse isso com tanta convicção e prazer que meu pau quase rasgou a cueca para pular sobre ela. Ela viu o bravo guerreiro espernear por liberdade, enquanto eu segurava suas coxas grossas e lisinhas com firmeza...

Me senti completamente sacudido por aquela mulher, preso diante de tanta feminilidade e certo da aventura que se aproximava e do suor que trocaríamos. Ela foi correndo a boca pelo meu peit e desceu devagarzinho. Encostou o bundão gostoso na minha cara, mas não ajeitou-se a ponto de me permitir passar a língua na sua buceta. Procurei uma melhor posição, mas percebi que não era isso que ela queria. ela buscava um pau gostoso e duro para encher sua boca. Foi o que fez.

Com energia, retirou minha cueca. O pau duro voltou e bateu na boca, já pronta para engolir tudo. Ela chupou, engoliu, roçou e pediu pra sentar em cima. Engoliu o pau inteiro com sua boca e depois o enfiou na buceta. Ficou de costas pra mim, de forma que pude ver seu bundão sacudindo sobre mim. Ela inclinou um pouco o corpo pra frente e começou a fazer movimentos tãos rápidos que por instantes imaginei que estava batendo punheta com a buceta dela...

Após alguns minutos a mocinha começou a rebolar devagarzinho. Não aguentei e gozei. Forte. Ela deu um gritinho e apertou a buceta contra meu pau.

Deitou do meu lado. Começamos a bater um papinho gostoso e despretensioso, como só os amantes podem fazer. Papo vai e papo vem, espiei com mais atenção o corpo de mulher que me abraçava carinhoso. Não resisti e senti uma tremenda vontade de segurá-la com força, enquanto poderia enfiar o pau todo dentro dela. Encostei meu pau (que já estava todo duro e pronto) na sua coxa. O recado foi entendido com perfeição. Ela abriu as pernas com sutileza e muita sem-vergonhice. Eu, todo sedento, fui pra cima. Segurei com força seus braços acima da linha da cabeça. A prendi com meus braços, enquanto sentia a cabeça do pau entrando buceta adentro. Senti perfeitamente o momento em que ela molhou-se toda ao perceber a penetração selvagem e inevitável que iniciava. O prazer mútuo foi ímpar. Uma reação animal em todos os aspectos. Muito suor, respiração ofegante, ambos entregando-se ao sexo na sua forma mais bruta. Ambos, quase juntos, gozamos. Esgotados, felizes, cúmplices.

Fui tomar uma bebida, ela também. Conversamos um pouco sobre nossos trabalhos e compromissos. Papo gostoso, ao mesmo tempo em que olhava para aquele corpo que há anos vinha desejando.

Ela me disse, ao olhar para a mesinha do quarto, que queria fazer algo comigo usando a cadeira. Disse que adorava fazer isso que estava me propondo e que eu adoraria também. Meu pau levantou-se, pra ouvir melhor a conversa, ao mesmo tempo em que fui pegar uma cadeira. Ela veio atrás de mim, me posicionou na cadeira e... Sentou sobre meu pau (engoliu-o, melhor dizendo), da mesma maneira que havia feito antes, de costas. Ela brincou com meu pauzinho de duas maneiras: primeiro, fez parecido com a "punheta de buceta" que narrei antes. Um delírio só. Não sei como ela aguentava tanto. Um vai-e-vem muito rápido. Depois, levantou o corpo todo, ficando bem empinada e com movimentos mais lentos. Gostei mais desse, até porque podia sentir melhor todo o prazer que aquele corpo feminino trocava com o meu. Ela repetiu mais um pouco a "punheta de buceta" e gozei novamente.

Fomos pra cama e deitamos com aquele cansaço só conhecido por quem já entregou-se plenamente ao parceiro. Ambos, satisfeitos. Ambos, agradecendo pela tarde maravilhosa. Liguei o rádio, som baixinho. Música romântica.

Eu relaxava ao som romântico, enquanto ela passava a mão no meu peito. Fazia rodinha entre os pelos com seus dedos suaves. Desceu a mão pra minha barriga e disse que gostava de acaricar o pau e os testículos. Ma começou a brincar com o pau e já percebi (percebemos) que teríamos um quarto tempo de partida. Sem pressa, ela seguiu acariciando e eu relaxando. Ela não queria insinuar uma quarta relação numa única tarde e eu não queria parecer selvagem demais. Seguimos assim, relaxando e acariciando, até que a vontade tornou-se insuportável...

Virei-a de ladinho, com as costas à mostra. Pau no meio das coxas dela, um gemidinho que denunciava um tesão ainda presente e bola pra frente...

Talvez tenha sido a mais demorada das transas da tarde. Hora ela se esprimia toda, ora parecia relaxar o corpo por inteiro. A buceta sempre molhadinha me avisava que podia seguir firme. Eu sentia um tesão crescente mas perfeitamente controlável. Eu queria mesmo persistir o máximo possível naquela posição e por felicidade tudo seguia conforme nossos desejos. Eu segurava com gosto seu quadril com uma mão. A outra agarrava seu cabelo, já suadinho. Um gemidinho, uma mexidinha mais vigorosa...

Seguimos assim até que a virei de costas. Montei rapidamente sobre minha fêmea, colocando o pau inteiro na sua buceta já lubrificada o bastante pelo ato anterior. Os movimentos ficaram mais fortes e rápidos naquela posição. Os gemidinhos dela tornaram-se constantes. Gozamos novamente.

Esgotados, suados, fomos para o banho de despedida. Muita cumplicidade, um agradecimento de ambas as partes pela bela tarde de quarta. Fomos embora, na esperança de um dia poder voltar e repetir os grandes momentos.

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Re: Pequena jornada de um Aloprado

Mensagempor HumbertoReis » 28 Jan 2011, 14:14

Abutre sedento...


Gosto dessas histórias.

Cadê o Fernando, que não se pronuncia?

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Re: Pequena jornada de um Aloprado

Mensagempor Xevious » 28 Jan 2011, 15:06

Aloprado escreveu:Ela brincou com meu pauzinho de duas maneiras: primeiro, fez parecido com a "punheta de buceta" que narrei antes.

Essa descrição merecia uma descrição visual.. :roll:

Mas Aloprado.. bem vindo ao Intonses, aproveita e se registra pra poder usar melhor o forum :smile:
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Re: Pequena jornada de um Aloprado

Mensagempor Margarida » 28 Jan 2011, 16:22

Xevious escreveu:
Aloprado escreveu:Ela brincou com meu pauzinho de duas maneiras: primeiro, fez parecido com a "punheta de buceta" que narrei antes.

Essa descrição merecia uma descrição visual.. :roll:

Tu não tem imaginação o suficiente pra saber o que é uma "punheta de buceta" Xevious?

"Ela inclinou um pouco o corpo pra frente e começou a fazer movimentos tãos rápidos que por instantes imaginei que estava batendo punheta com a buceta dela..."

Aff, e eu ainda explicando putarias... :crazy:

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Re: Pequena jornada de um Aloprado

Mensagempor Xevious » 28 Jan 2011, 17:05

Margarida escreveu:Aff, e eu ainda explicando putarias... :crazy:

Ainda bem que tu entendeu bem

em casa tu me motra :thumbup:
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Re: Pequena jornada de um Aloprado

Mensagempor AndréFF » 28 Jan 2011, 18:18

hdsaiudhasiudhasi.

Aeee aloprado, atendeu aos pedidos da galera.
Ja que não esta mais em ritmo para manter um diário, quem sabe não pode compartilhar com a gente aventuras marcantes que ja aconteceram :wink:
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Re: Pequena jornada de um Aloprado

Mensagempor HumbertoReis » 28 Mar 2014, 23:30

Putz, que legal isso daqui!

Nada como uma visita aos tópicos pouco usados.

Lembra-se, André? Parece que você gostava desses contos.

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Re: Pequena jornada de um Aloprado

Mensagempor AndréFF » 31 Mar 2014, 22:40

Lembro sim.
O aloprado fez uma pela participação no extinto Cybernados.
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