Como você perdeu a sua virgindade?

sallybrown
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Re: Como você perdeu a sua virgindade?

Mensagempor sallybrown » 01 Set 2012, 20:38

Foi numa noite na praia, no chamado banho 29 porque é realizado no dia 29 de Agosto. O pessoal ia para a praia, geralmente um grupo grande, fazia-se uma fogueira, levava-se comida e bebida, por vezes erva também. A idéia era tomar banho à noite e passar a noite convivendo. Alguns levavam tenda ou abrigo e sacos-cama.
Eu tinha 16 anos, nunca tinha namorado, apenas uns beijinhos no liceu, namoricos... Havia um amigo de um amigo, tinha 21 ou 22 anos, chamava-se João e estudava medicina. Ele era um moço reservado, que não entrava muito nas brincadeiras da malta. Tocava violino e levava a tarde e grande parte da noite a ensaiar. Nessa noite levou o violino com ele. Havia várias tendas montadas e uma era do meu amigo. Uma outra rapariga emprestou-me um saco cama porque eu tinha frio. A certa altura o grupo dispersou, Uns foram ao banho, os outros passear no areal, outros namorar para um local mais reservado, outros em volta da fogueira cantavam e tocavam guitarra. O João afastou-se para tocar violino, estava sozinho e eu fui ter com ele e disse-lhe meigamente:«Jonny, Jonny (assim o chamavam) esta noite podias tocar só para mim...» Ele assim fez e tocou-me uma música húngara. Quando acabou disse-lhe: «é linda, tocas divinamente» e toquei-lhe no braço, ao jeito de uma carícia. Ele guardou o violino e fez.me uma festa no cabelo, demorada, depois no rosto e eu senti-me bastante excitada. Aproximei-me mais dele e comecei a retribuir as carícias no rosto. Então ele aproximou-se mais de mim e começou a beijar-me, primeiro no cabelo, rosto e depois na boca. E eu correspondi e adorei. Depois de vários beijos resolvemos usar a tenda do meu amigo para podermos estar mais à vontade. Eu pensava que iam ser só umas curtes, beijos e carícias. Bom, ele beijou-me, acariciou-me as mamas e o sexo. Pediu-me para acariciá-lo no pénis. Acabou por me despir completamente e a ele também. Confesso que adorei sentir o corpo dele nu, encostado ao meu. Excitou-me muito com beijos e caricias, abriu-me as coxas e beijou-me no sexo. Nunca tinha sentido algo tão bom. Depois cobriu o meu corpo com o dele e tentou penetrar-me. Logo viu que eu me encolhi toda, retraí-me e perguntou surpreso: «tu és virgem?» e eu disse envergonhada que sim. Bom, foi uma confusão: ele explicou-me que se me penetrasse eu perdia a virgindade, se era isso que queria, se tinha a certeza, se eu tomava pílula, se queria que ele usasse preservativo. Bem, eu tomava a pílula e dispensava camisinha, queria sentir tudo e sim era isso que queria. Era o desejo ardente a falar e não o bom-senso. Ele disse-me que tinha de excitar-me mais, ia fazer-me sexo oral para eu ter prazer e ficar bem molhadinha. Tambem me explicou que depois ia provavelmente magoar-me, quando me penetrasse e que podia doer bastante. Colocou-me uma toalha dobrada por baixo do rabinho e fez-me abrir as pernas uma para cada lado. Beijou-me e lambeu-me o sexo, até eu gemer de tanto gostar; ao mesmo tempo introduzia os dedos na minha vagina. Chegou a altura em que me penetrou, e doeu. Eu fiquei menos relaxada e ele forçou-me e doeu. E doeu muito quando fez alguns movimentos giratórios com o pénis na entrada da vagina, O hímen tem de ficar completamente rasgado, explicou-me ele, para não te doer na próxima. Eu sei que te dói, dizia-me ele enquanto me beijava e acariciava o corpo carinhosamente. Doeu muito mais quando ele iniciou o movimento vai e vem, estava tudo dorido, ardia e as lágrimas encheram-me os olhos. Mas eu queria muito saber como era, vê-lo ter prazer e sentir a ejaculação. Demorou alguns minutos que pareceram horas de dores atrozes, ardores intensos. Adorei quando ele se veio, ainda hoje adoro a sensação do homem ejacular dentro de mim. Depois vestimos as roupas de banho para nos irmos lavar ao mar. À luz do isqueiro ele viu que eu tinha sangrado um pouco. Fomos ao mar e ia morrendo: a minha carne ferida foi banhada com água salgada. Urrei de dor e disse-lhe que não aguentava o ardor entre as pernas. Ele trouxe-me ao colo do mar, deitou-me no saco cama e aninhou-se comigo. Adormeci dorida, acordei ainda mais dorida, mas ele tratou-me como uma princesa. Namorámos o resto do Verão (nessa época a escola só recomeçava em Outubro). Durante a semana tive um andar esquisito, de perna aberta. Voltámos a fazer amor 4 dias depois e muitas outras vezes,com muito mais prazer do que dor, Ainda hoje guardo um carinho enorme por este homem e ele por mim!

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