A vingativa

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Lord SkyWalker
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A vingativa

Mensagempor Lord SkyWalker » 26 Jan 2010, 00:38

Certa vez tive uma história com uma meio-colega de trabalho. Na verdade, ela trabalha numa função e numa empresa que nos força a alguns encontros esporádicos. É uma mulher estilo raimunda, com coxas grossas e bunda redondinha, um peito pequeno, cabelos encaracolados pretos bem abaixo do ombro, mas que não atingem a cintura. Usa sempre vestidos justíssimos e uma maquiagem estilo 'hoje estou quente'. Enfim, uma mulher pra se olhar e sentir desejos...

Bom, nos encontramos a trabalho tantas vezes em determinado período daquele ano que eu começava a suspeitar que havia o dedo dela nessas ocasiões. Afinal, era impossível haver tanta necessidade assim... A coisa obviamente começava a esquentar, afinal a mocinha vestia - como disse antes - trajes curtíssimos e a visão de suas coxas cruzadas era algo que beirava o surreal.

Certa vez, a sós e com a porta fechada, tomei coragem e disse-lhe que sentia vontade de agarrar aquele corpo todo. Instantaneamente ouvi um 'então agarra!'...

Quando me dei conta ela estava sobre a mesa do escritório, de quatro, e com aquele bundão redondo exposto todo pra mim, enquanto eu mantinha sua calcinha - vermelha, linda! - fortemente presa nas minhas mãos, já passando pelos tornozelos.

Uma mulher cheirosa, de tamanho médio (uns 1,60m), cabelos bem tratados, boca vermelha, unhas vermelhas, calcinha já longe do campo visual... Com uma mão segurei na sua bunda e com a outra dei um puxão no seu cabelo longo. O gemido que ouvi me fez correr um arrepio: era todo de tesão e prazer.

Ouvi vozes do outro lado da parede e pensei: Que se dane. Vão escutar tudo!

Dei início a um frenético processo de aperta, puxa, morde (sim, a mordi diversas vezes!), segura com força e xinga baixinho que a deixou completamente louca. Ela dava pinote em cima daquela mesa e pensei que tudo ia ruir naquele momento. Percebi que ela tentava conter os gemidos, mas algumas pegadas mais fortes eram irresistíveis demais para ambos. Eu xingava, ela gemia entre os dentes. Puxei-a de forma que ficasse de joelhos e com o tronco ereto. Assim, pude passar as mãos no peito delicioso e senti todo o seu quadril descer sobre mim. Ela pegou minha mão e levou-a aos seus lábios, dando início a uma massagem com a língua que me fez pensar o que ela faria se estivéssemos noutro lugar e com mais tempo... Desci da mesa, sendo acompanhado por ela, que manteve-se de costas e debruçou-se com o tronco na mesa. Pronto! Estava inteirinha pedindo para sentir o gozo máximo. Obedeci e entrei com vigor. Segurei seu quadril com força, trazendo-o em minha direção. Com a outra mão, agarei com força seu ombro, de modo que ela ficou presa entre a mesa e meu corpo. Os gemidinhos foram tão excitantes que gozei prolongadamente. Ela virou o rostinho pra mim, sorriu, e disse: Ficamos loucos, né?

Enquanto nos arrumávamos, bateram na porta. Me ajeitei como pude e abri a porta. Ela saiu, disfarçando como podia e eu fui ver o que queriam. Era meu colega de trabalho, querendo apresentar o novo colega que chegava! Ele percebeu tudo, tanto que fazia um esforço pra parecer sério enquanto falava das intenções do novo colega naquele lugar.

Depois desse dia, a vi mais algumas vezes, mas nada aconteceu. Certo dia, ela veio no mesmo lugar onde tínhamos transado acompanhada de uma amiga. Eu as vi, falei com um cliente e o telefone tocou. Era o recepcionista dizendo: ' Senhor, tome muito cuidado com essa mulher que acompanha sua cliente. Ela já me ferrou uma vez.'...

Me despedi docliente e chamei a dupla. papo solto, risos, sorrisos e a outra começa a dizer - enquanto sorri para sua amiga e minha amante passada - que está com um tesãozinho. Gelei! Estava com vontade, confesso, de pegar aquelas duas ali mesmo e, para ser franco, acredito que as duas estavam ali com essa finalidade, ams o funcionário não teria me alertado à toa. Algo de grave poderia acontecer se eu embarcasse naquela situação. Me fiz de bobo, segui com um assunto mais politicamente correto, o tesão (meu, dela e da outra) se dissipou e me despedi de ambas.

Na saída daquele dia o funcionário que me alertara para o perigo contou que aquela mulher o tinah assediado e que ele não correspondeu. No mesmo dia apreceu o marido da mulher, perguntando quem era o cara que estava dando em cima da esposa dele. Por sorte, o assédio da mulher havia ocorrido diante de outras pessoas, que ainda estavam ali e que prontamente disseram que ela o havia assediado e não o contrário. Escapei de uma enrascada, hein?

Depois disso passamos a nos ver raramente, o que reforçou minha tese de que a moça havia induzido alguns 'encontros de trabalho' nas vezes anteriores.

Alguns meses depois, conheci uma moça de uns 28 anos e com corpo mais cheinho, com jeito de menina. Muito sorridente, um papo excelente... Ficamos muito empolgados um com o outro, mas nada de sexo e nem propostas. Poderia estragar o clima. Certo dia, num sábado à tarde, voltava pra casa quando a vi num bar, conversando com outras amigas. Ela acenou e eu desci. Conversamos, como das outras vezes, de forma muito espontânea e alegre. Esquecemos que haviam outras pessoas à mesa, pra ser franco. Em dado momento precisava ir, então me despedi e fui embora sem conmbinar nada com a atraente e simpática mulher. A encontrei da mesma forma outras 3 vezes no mesmo local. Numa dessas vezes vi que a moça de coxa grossa, bunda redonda e vestidos curtos com quem havia transado estava numa outra mesa e me olhava de vez em quando.

Durante a semana falamos por telefone, tomamos coragem e combinamos que nos encontraríamos próximo dali, mas que iríamos a um lugar mais reservado. Tudo no mesmo horário do sábado anterior, pois seu grupo de trabalho estaria no mesmo local e eu estaria voltando do mesmo lugar. No dia e hora marcados, liguei pra ela. Estacionei pertinho daquele bar e ela veio, sorridente, com cara de quem fazia arte.

No motel, tivemos uma maravilhosa tarde. Mesclado com o sexo, tivemos papos muito bem humorados sobre tudo e dávamos risada de qualquer coisa. Falamos muita besteira e nos sentimos muito leves com aquela situação toda. Foi um momento muito prazeroso, sem dúvida.

Durante a semana a agora amigona do peito me ligou e disse que adoraria repetir a dose. Eu teria meu último sábado a trabalho, então seria um 'agora ou nunca', uma vez que não encontraria boas desculpas tão facilmente. Aceitei. Fiquei de ligar quando terminasse o trabalho, como antes.

Tudo certo, tudo resolvido. Terminei o trabalho no sábado à tarde ainda antes do horário que esperava. No caminho pro carro senti uma brochada geral, sentei no banco e, antes de ligar o carro, o telefone tocou. Era a funcionária do início da história, coxa grossa, bunda redonda, vestido curto. Alô? Ela não falou nada. Desliguei. De novo. De novo, novamente, e assim por nove vezes! Coloquei no silencioso, pois ia pra casa e não queria confusão. Liguei pra amiga do peito e disse que não estava à vontade e que iria pra casa. Ela foi muito gentil e disse que em outra oportunidade nos falaríamos.

Passei no supermercado, comprei umas bobagens e fui pra casa. Ao entrar, a empregada está em pé, próxima da porta e com o fone na mão. Colocou-o no gancho e disse: 'Acabaram de ligar dizendo que o senhor estava indo pro motel com uma mulher no seu carro e disseram que iam ligar de novo pra dar mais detalhes. Eu acho que pensaram que eu era sua esposa'. Eu disse: 'Não precisa ligar de novo, pois eu não ligo pra isso'.

Dureza, hein? Por sorte, ela estava sozinha em casa e deu muita risada junto comigo. Ainda disse que isso é coisa de mulher invejosa, afinal onde já se viu mentir desse jeito? O homem estava no supermercado e a outra diz que estava indo pro motel com outra...

Santa hora em que não me senti bem.


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Re: A vingativa

Mensagempor Ferpsilva » 27 Jan 2010, 00:23

vixi

que armadilha hein?

da proxima vez, ve se tem marido na jogada antes de se meter numa confusão que pode acabar em morte

e a encrenqueira esquece que uma hora ela desiste
se não desistir, policia nela por assédio
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Parabéns ao Corinthians que agora já tem Mundial!!!
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