Xevious escreveu:1º. Brasileiros
2º. Portugueses
Estamos bem eim Lancelot
É o que nos vale
Superstições e Mitos
O Gato preto

A história de vida do gato preto é impressionante.
Adorado por uns, sacrificado por outros, o gato preto sobreviveu a tudo apenas para reclamar o lugar que mais gosta de ocupar, um sítio quente, junto à janela.
Superstições Comuns
Na Escócia
Um gato preto no alpendre traz prosperidade.
Na Itália
Ouvir um gato preto a espirrar traz boa sorte.
Se um gato preto se deita na cama de uma pessoa doente, significa que a morte dessa pessoa está perto.
Nos Estados Unidos da América
O gato preto que cruza o nosso caminho traz má sorte
Na Irlanda
O gato preto que cruza o caminho de alguém durante noites de luar, é prenúncio de epidemia.
Na Inglaterra
Na costa de Yorkshire, as mulheres dos pescadores acreditam que os seus maridos regressarão sãos e salvos da faina se mantiverem em casa um gato preto.
Mais generalizada entre os pescadores era a crença de que os gatos pretos mantidos em casa enquanto saíam para pescar era sinónimo de bom tempo em alto mar.
Há quem defenda que o preço dos gatos pretos chegou a aumentar de tal formar que muitos marinheiros não tinham dinheiro para comprar um exemplar.
Em algumas regiões da Inglaterra acredita-se que oferecer um gato preto à noiva trás sorte.
Em França
No Sul deste país, acredita-se que tratar de um gato preto trás boa sorte.
Na Alemanha
Um gato que cruza o caminho de uma pessoa da direita para a esquerda é mau agoiro, mas da esquerda para a direita é boa sorte.
Na Letónia
Para os agricultores deste país, encontrar um gato preto nos depósitos de sementes é uma óptima notícia.
Para eles, estes gatos são o espírito de Rungis, Deus da Colheita.
Em Portugal
Ver um não trás mal ao mundo, mas se passar por debaixo de uma escada já acarreta um mal que está para chegar

Cartilha Maternal
A Cartilha Maternal foi publicada em Portugal em 1876; em 1888 as Cortes portuguesas (parlamento) escolheram-na como método oficial de aprendizagem da leitura.
A partir de 1911, a Primeira República alargou a rede de instrução pública, espalhando Escolas Primárias por quase todos os centros urbanos, promovendo a difusão da Cartilha Maternal.
Podem seguir a Cartilha Maternal se quiserem.


Os sons que fizeram história


Michel de Nostredame, mais conhecido como Nostradamus, médico, alquimista, intelectual,visionário, astrólogo, nasceu em 14 de Dezembro de 1503 em Saint-Rémy-de-Provence e faleceu em 2 de Julho de 1566 em Salon-de-Provence, vítima de um edema cárdio-pulmonar.

Ficou famoso pela sua suposta capacidade de vidência.
Escreveu um livro de centúrias, versos codificados que seriam previsões do futuro.
As suas profecias compõem-se de quadras em versos métricos decassílabos, reunidas em grupos de cem, dai o nome de centúrias.
Foram publicadas em várias ocasiões; uma pequena parte em 1555, outra em 1557, sendo que das três últimas centúrias conhecemos apenas edições póstumas.
A Revolução Francesa, Napoleão, as Invasões Francesas, a I Guerra Mundial, A ascensão de Adolf Hitler, a II Guerra Mundial, A Guerra Fria, Bill Clinton, A Guerra do Golfo, Bush, Bin Laden, o 11 de Setembro, A Guerra ao Terror, A Invasão do Iraque, Vladimir Putin,… e muito mais predisse Nostradamus…
Há distância de 500 anos, no Espaço-Tempo, Nostradamus deixou um aviso bem claro, para o futuro, que não foi compreendido a tempo e alguém caiu que nem um patinho ao invadir o Iraque (Babilónia), apesar dos avisos constantes de Chirac...
A ganância e a sede de petróleo levarão uma civilização à derrocada!
Video from : www.youtube.com

Em Portugal nos anos 70 só se podia usar um isqueiro quem tivesse uma licença passada pelas finanças.
Esta medida visava proteger a indústria portuguesa de fósforos

Declaração Universal dos Direitos do Homem
Proclamada pela Assembleia Geral da ONU a 10 de Dezembro de 1948

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do homem;
Considerando que é essencial a protecção dos direitos do homem através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;
Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;
Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dento de uma liberdade mais ampla;
Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do homem e das liberdades fundamentais;
Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:
A Assembleia Geral
Proclama a presente Declaração Universal dos Direitos do Homem como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.
ARTIGO 1.º
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
ARTIGO 2.º
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.
Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.
ARTIGO 3.º
Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
ARTIGO 4.º
Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.
ARTIGO 5.º
Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
ARTIGO 6.º
Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento em todos os lugares da sua personalidade jurídica.
ARTIGO 7.º
Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
ARTIGO 8.º
Toda a pessoa tem direito a recurso efectivo para as jurisdições nacionais competentes contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.
ARTIGO 9.º
Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.
ARTIGO 10.º
Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida.
ARTIGO 11.º
1. Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.
2. Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido.
ARTIGO 12.º
Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.
ARTIGO 13.º
1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.
2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.
ARTIGO 14.º
1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.
2. Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas.
ARTIGO 15.º
1. Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.
2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.
ARTIGO 16.º
1. A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais.
2. O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos.
3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à protecção desta e do Estado.
ARTIGO 17.º
1. Toda a pessoa, individual ou colectivamente, tem direito à propriedade.
2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.
ARTIGO 18.º
Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.
ARTIGO 19.º
Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.
ARTIGO 20.º
1. Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.
2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.
ARTIGO 21.º
1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.
2. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicos do seu país.
3. A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos; e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto.
ARTIGO 22.º
Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos económicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e os recursos de cada país.
ARTIGO 23.º
1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.
2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.
3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.
4. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para a defesa dos seus interesses.
ARTIGO 24.º
Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres e, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e a férias periódicas pagas.
ARTIGO 25.º
1. Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.
2. A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma protecção social.
ARTIGO 26.º
1. Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional deve ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.
2. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.
3. Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos.
ARTIGO 27.º
1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.
2. Todos têm direito à protecção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria.
ARTIGO 28.º
Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efectivos os direitos e as liberdades enunciados na presente Declaração.
ARTIGO 29.º
1. O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade.
2. No exercício destes direitos e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática.
3. Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente aos fins e aos princípios das Nações Unidas.
ARTIGO 30.º
Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada de maneira a envolver para qualquer Estado, agrupamento ou indivíduo o direito de se entregar a alguma actividade ou de praticar algum acto destinado a destruir os direitos e liberdades aqui enunciados.

Como surgiram, afinal, os dias da semana?

Os antigos romanos, baseando-se na galáxia (conjunto de estrelas), identificavam os dias da semana assim,
Sol, Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, Vénus e Terra.
Porém eles encaravam-na de uma forma mitológica, havendo algumas divergências devido acreditarem nos seus deuses, tradições e costumes.
Do Latim, os dias da semana foram traduzidos fielmente para as línguas latinas tais como para castelhana, italiana, francesa e a portuguesa.
A língua castelhana, hoje Espanhola, refere-se à língua falada em Castela que se estendeu por toda a Espanha e a muitos países americanos.
Do Latim, também foram traduzidos para a língua chinesa e posteriormente para a japonesa.
Baseando-se na língua latina, como a castelhana, podemos observar nitidamente como foi a evolução dos dias da semana.
Vejamos.
Em castelhano, o Domingo é Domingo, não havendo nenhuma diferença com o português.
A palavra Domingo para os romanos refere-se ao "Dominus", quando os romanos descansavam para venerarem os seus deuses, ao Deus do Domínio, Deus do Sol, Deus do Brilho.
O Sábado é o dia da Terra, mas para os romanos era o dia da ceia "Sabbata".
Os soldados romanos ao regressar ás suas terras, faziam o grandes jantares com os seus familiares.
A sexta-feira era denominada o dia de ouro porque os soldados recebiam o pagamento em ouro, tanto que em castelhano, sexta-feira se diz "viernes" que significa Vênus, o mais "brilhante" (ouro também brilha) dos planetas que fica entre o Mercúrio e a Terra.
A quinta-feira, os romanos dedicavam ás flores (flos), ás árvores.
Em castelhano, quinta-feira é "jueves", o Júpiter, o maior planeta do sistema solar e na mitologia grega é o pai dos deuses, que é a natureza.
A quarta-feira era o dia da água. Segundo a mitologia romana, Quarta era a mensageira dos deuses que trazia, a chuva. "Miercoles" que significa quarta-feira em castelhano, é o planeta Mercúrio que é o menor do sistema solar e o mais próximo do sol.
A terça-feira era o dia em que os romanos dedicavam à deusa da guerra, ao fogo e em castelhano é "martes" que é o planeta Marte.
A segunda-feira, os romanos chamavam-na de "dies lunae", dia da lua, o dia sereno, neutro.
Os povos chinês e japonês adoptaram o mesmo sistema. Desse modo, em japonês ficou assim.
Domingo- Dia do Sol- Nichi-youbi
Segunda-feira- Dia da Lua- Getsu-youbi
Terça-feira- Dia do Fogo- Ka-youbi
Quarta-feira- Dia da Água- Sui-youbi
Quinta-feira- Dia da Natureza- (árvore)- Moku-youbi
Sexta-feira- Dia do Ouro- Kin-youbi
Sábado- Dia da Terra Natal- Do-youbi
A leitura "NICHI", de NICHI-YOUBI é o "ON-YOMI" que é o sistema da leitura chinesa e a da japonesa, o "KUN-YOMI" é "HI", o Sol.
O "Youbi" entra como sufixo de semana, mas a origem é YOU de brilho e BI de dia, assim YOUBI é o dia brilhante.
ON-YOMI - KUN-YOMI - SIGNIFICADO
Nichi - Hi - Sol
Getsu - Tsuki- Lua
Ka - Hi - Fogo
Sui - Mizu - Água
Moku - Ki - Árvore
Kin - Kane - Ouro
Do - Tsuchi - Terra
Por que os dias da semana ficaram tão diferentes na língua portuguesa?
Os portugueses, os antigos lusitanos, tinham o costume de fazerem comércio na praça, nas ruas.
Os lusitanos eram ambulantes e estipulavam a região onde iam fazer "feira" na ordem de segunda região, terceira região e assim por diante.
A segunda-feira não ficou a Primeira-feira por eles dedicarem o primeiro dia da semana ao Deus do Sol.
A palavra "feira" vem do latim que significa "dia da festa", o dia em que eles vendiam mercadorias em lugar público. Actualmente ainda pode se ver essa tradição portuguesa no Brasil e em Portugal, segunda-feira nesse bairro, terça-feira naquele bairro.
Para entenderem melhor, vejam o resumo
PORTUGUÊS - MITOLOGIA ROMANA - CASTELHANO -
Domingo - Dominus (Deus do Sol) - Domingo
Segunda-feira - Dies Lunae (dia sereno) - Lunes
Terça-feira - Deusa da guerra - Dia do Fogo - Martes
Quarta-feira - Mensageira da chuva - Dia da Água - Miércoles
Quinta-feira - Flos, Dia das flores, da Natureza - Jueves
Sexta-feira - Dia do Ouro - Viernes
Sábado - Sabbata, ceia, terra natal - Sábado


Foram os magos e sacerdotes druidas os criadores do Horóscopo das Árvores.
Eles viveram na Gália e Irlanda, durante a Idade Média, e veneravam a natureza.
Para descobrir o teu signo neste horóscopo, orienta-te pela data do teu nascimento.
Carvalho
21 de Março a 20 de Abril

Para os antigos celtas e gregos, o Carvalho representava o “eixo do mundo”.
Está ligado também à mitologia persa.
Na Índia, a sua seiva foi usada como base de remédio para a lepra.
Quem nasce sob o seu signo tem energia bastante para concretizar os seus projectos.
Porém, pode destruir tudo o que foi realizado se ceder aos impulsos momentâneos e tomar decisões sem pensar.
Muito observador, costuma ver longe e não se engana com facilidade.
Tem os pés bem firmes no chão.
Quando se trata de relacionamentos amorosos, no entanto, é bastante instável e quase sempre infiel.
Só com a maturidade abandona seu lado volúvel.
Paineira
21 de Abril a 20 de Maio

A Paineira representa fartura e prosperidade.
Na mitologia grega está associada às façanhas dos gémeos Castor e Pólux, que libertaram o irmão de Helena, cujo rapto provocou a famosa Guerra de Tróia.
Quem nasce sob o seu signo tem dupla personalidade.
É às vezes alegre, outras vezes triste.
Espirituoso e mal-humorado.
Também no amor tem atitudes ambíguas, ciumento num dia, indiferente no outro.
Para ser feliz, é preciso deixar o orgulho de lado e modificar as atitudes negativas.
Ipê
21 de Maio a 20 de Junho

O Ipê está ligado ao mito grego das estações do ano, que só existem porque Perséfone, deusa da fecundidade, fica seis meses (primavera/verão) na superfície da Terra e outros seis (outono/inverno) no seu interior.
Quem nasce sob o signo do Ipê tem um charme irresistível.
É determinado mas muitas vezes precipita-se para livrar-se logo do problema ou conseguir rapidamente o que quer.
Solidão não combina com o Ipê – os nativos deste signo precisam estar sempre bem acompanhados.
A criatividade é um dos seus pontos fortes.
Romãzeira
21 de Junho a 21 de Julho

Pode-se dizer que o mundo nasceu de uma romãzeira.
O fruto da árvore, a romã, representa o ovário e, as suas sementes, os óvulos prontos para serem fecundados.
Quem nasce sob o seu signo é misterioso e romântico e muito ligado ao passado.
Considera importante a tradição e a hierarquia familiar.
Um tanto frágil, precisa de garra para vencer o medo.
Nos relacionamentos amorosos, os nativos deste signo costumam ter atitudes maternais, gostam de proteger os seus parceiros.
Coqueiro
22 de Julho a 22 de Agosto

Os druidas associavam o coqueiro à força da kundalini – fio que une o homem ao divino.
Nas suas emanações de cura, os druidas projectam a kundalini e o fohat, energia lunar.
Quem nasce sob este signo é corajoso e sedutor.
De apurado sentido prático, faz o máximo que pode para conseguir o que quer.
Quando fracassa, porém, não pensa duas vezes, coloca a culpa nos outros porque jamais admite o próprio erro.
Vive o amor de maneira intensa.
Salgueiro
23 de Agosto a 22 de Setembro

O Salgueiro está ligado à energia lunar, o fohat.
O seu visual melancólico, de galhos caídos, remete à tristeza de Isolda pela partida de Tristão, o seu amado.
A história do casal mitológico foi cantada em prosa e verso.
Quem nasce sob a influência deste signo sonha em salvar a humanidade.
Tem mania de querer resolver todos os problemas do mundo e vive a opinar sobre diversos assuntos.
Adora a natureza e tem o poder de ler os pensamentos alheios.
Tem aptidão para actividades artísticas, pois é bastante criativo.
Caneleira
23 de Setembro a 22 de Outubro

A casca da Caneleira, especiaria originária do Oriente, é usada como fortificante na China e é considerada o alimento dos imortais.
A Caneleira é também símbolo da nobreza e honra.
Quem nasce sob o seu signo tem preocupação excessiva com a aparência.
Faz de tudo para conquistar a admiração das pessoas, principalmente de quem ama.
Bastante sociável, tem facilidade para fazer amizades.
É amigo fiel, pau para toda obra, mas precisa ser correspondido à altura de sua dedicação.
Caso contrário, é irascível.
Manacá
23 de Outubro a 21 de Novembro

O Manacá representa toda a humanidade e o lado simples da natureza, como o canto dos pássaros e o murmúrio das águas dos rios.
Está ligado ao paraíso bíblico, ao mito de Adão e Eva.
Quem nasce sob o seu signo irradia charme e simpatia.
É bonito por fora e por dentro.
Tem sempre coisas boas para falar.
Sabe enfrentar bem os problemas da vida e aprende a lidar com as decepções, apesar de magoar-se facilmente.
No amor, exige fidelidade absoluta do parceiro.
Seringueira
22 de Novembro a 21 de Dezembro

Os deuses gregos costumavam ajoelhar-se diante da Seringueira, árvore que simboliza os raios solares.
Ela representa Hipólita, rainha das Amazonas, mulheres guerreiras da mitologia grega.
Quem nasce sob o seu signo geralmente tem vida longa.
Mas é bastante frágil, assusta-se por qualquer motivo.
Com medo de sofrer, só se apaixona quando tem confiança total no parceiro.
Cedro
22 de Dezembro a 20 de Janeiro

O Cedro está ligado a Agarta e Shambala, cidades subterrâneas, segundo a Teosofia e os Templários.
Quem nasce sob o seu signo costuma enfrentar situações difíceis com serenidade.
Quase nunca fica doente e, quando fica, recupera depressa. Inteligente e astuto, é também egocêntrico.
Gosta de luxo e odeia ser contrariado.
É ainda teimoso e persistente, luta até o fim para alcançar os seus objectivos.
Quaresmeira
21 de Janeiro a 19 de Fevereiro

A Quaresmeira simboliza a força do amor que deu vida eterna ao casal Eros e Psique.
Foi num bosque de quaresmeira que a Bela Adormecida ficou até ser acordada pelo beijo do seu príncipe encantado.
Quem nasce sob o seu signo tem facilidade para transmitir as suas qualidades positivas.
Bastante intuitivo, com frequência tenta impor as suas opiniões. No entanto, apesar de ser mandão, costuma ser a chave da harmonia no ambiente familiar.
Amoreira
20 de Fevereiro a 20 de Março

A Amoreira é considerada a árvore da vida.
Os chineses acreditavam que a vara feita da árvore, usada como flecha, eliminava más influências, o que lhe deu a fama de protectora dos males do tempo e do espaço.
Quem nasce sob o seu signo está sempre a fazer projectos, às vezes impossíveis de serem realizados.
Dependente, precisa de muito amor, ternura e protecção até conseguir a força interior necessária para resolver sozinho os seus problemas.
Tem tendência ao alcoolismo e ao uso de drogas pesadas.

O Sal

O sal foi o primeiro tempero da civilização.
Ele traz qualidade de vida aos homens desde as épocas mais remotas.
É uma substância essencial ao homem e indispensável a todos os tipos de vida animal.
O sal de cozinha é uma mistura de alguns sais, NaCl (cloreto de sódio - o constituinte principal, acima de 99%), KI (iodeto de potássio - responsável pela presença de iodo no sal), ferrocianeto de sódio e alumínio silicato de sódio (responsáveis pela diminuição da humidade do produto, evita que o sal empedre).
O sal é responsável pela troca de água das células com o seu meio externo, ajudando-as a absorver nutrientes e eliminar resíduos.
Além de ser responsável no processo de contracção muscular.
No entanto, ele está associado a problemas de hipertensão e cardiovasculares, daí a importância do seu consumo ser moderado.
Do total de sal extraído no mundo, actualmente, cerca de 5% apenas é para consumo humano.
A maior parte da produção é utilizado nas indústrias, para diversos fins, tais como produção de NaOH, cloro gasoso, produção de papel, tecidos, cosméticos, tintura, remédios, etc.

Quando o homem começou sua aventura no planeta, sal não era problema.
Os primitivos conseguiam o suprimento diário de cloreto de sódio a partir da carne crua dos animais que caçavam.
Porém, quando surgiu o fogo, as coisas mudaram.
Ao cozinhar a carne, perde-se o sal naturalmente contido no alimento e aquele sabor, essencial à vida.
O homem começava a sua grande corrida pelo sal.
As primeiras minas descobertas - no início o sal era extraído das minas a céu aberto, ao contrário de hoje, quando é retirado do mar - fizeram a riqueza de muitos povos antigos.
O sal, onde faltava, era comercializado literalmente a peso de ouro - grama de pó branco contra grama de metal dourado.
O que levou Cassiodoro, o senador romano, a observar, "Alguns não precisam de ouro, mas qual é o homem que não precisa de sal?"
A principal via de transporte da Roma antiga chamava-se Via Salaria (Estrada do Sal), por onde os soldados transportavam os carregamentos dos cristais preciosos para a cidade.
Como pagamento, eles recebiam o salarium, que significava "dinheiro para comprar sal".
A palavra ficou e a usamos até hoje, sem desconfiar da sua origem.
O viajante Marco Pólo descreveu em seu livro sobre suas viagens pela China, moedas de sal cunhadas com o selo de Gengis Khan.
A Etiópia usava discos de sal como moedas até o início do século XX.
E até o início do século XX, algumas regiões da África central, era possível comprar uma noiva com um bom carregamento de sal.
Ao longo da história, o sal sempre teve um papel estratégico. Monarcas e governantes controlavam seus monopólios com mão de ferro.
Em França, o povo era obrigado a comprar sal directamente dos armazéns do rei, que estipulava o preço de maneira arbitrária.
A taxa, conhecida como Gabelle, foi extinta após o rei ter sido decapitado durante a Revolução Francesa.
Tão valioso, o sal ganhou um significado quase sagrado. Tornou-se sinónimo de graça, espírito, sabedoria, pureza e hospitalidade.
O poeta grego Homero chamou-o de "divino". O filósofo Platão definiu-o como a "substância cara aos deuses".
"Vós sois o sal da terra", diz a Bíblia.
Os hebreus selavam seus acordos trocando sal.
Os beduínos, na Arábia Saudita, não atacavam um homem cujo sal haviam partilhado.
Tanto hebreus, quanto gregos e romanos, costumavam salgar os sacrifícios oferecidos aos deuses.
Nesses rituais está a origem de uma das superstições mais comuns da Antiguidade.
Se o sal era derrubado na hora do sacrifício, isso prenunciava má sorte.
Algumas curiosidades que podem fazer com o sal
BANHOS DE SAL -
Para ajudar a relaxar a tensão, massaja a pele húmida com sal antes do banho.
É claro, pés cansados sempre responderam bem a um banho quente de água e sal.
TRATAMENTO COM SAL - Um gargarejo com água e sal muitas vezes alivia irritações da garganta e da boca.
Usar partes iguais de sal e bicarbonato de sódio para limpar os dentes e conservar as tuas gengivas saudáveis.
A mesma mistura perfuma o hálito.
Imita a natureza fabricando lágrimas, meia colher de chá de sal em meio litro de água, alivia tensões e descansa os olhos.
CUIDADOS COM ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO -
As pulgas gostam de sal quanto os animais de estimação gostam de pulgas.
Para afugenta-las, experimenta borrifar (mistura de água e sal) no teu cão ou gato.
De vez em quando uma boa borrifadela na casota do cão ajuda a afastar as pulgas.
LIMPEZA DO BRONZE-COBRE
Maçanetas e outras peças de bronze adquirem novo brilho quando esfregadas com uma pasta de sal, misturando-se partes iguais de sal, farinha de trigo e vinagre.
Deixa uma hora ou mais em descanso e depois limpa com um pano macio para dar o polimento final.
Para peças de cobre, procede da mesma maneira.
PAREDES - Ficou algum buraco na parede de onde tiras-te um quadro?
Não se desesperes.
Mistura quantidades iguais de sal e amido com água suficiente para fazer um pasta.
Os buracos poderão ser facilmente restaurados com esta pasta, e ninguém descobrirá o teu segredo.
ESQUECIMENTO-
Vais dar um jantar/almoço e esqueces-te de pôr o champanhe no frigorífico?
Enquanto serves as entradas, num recipiente largo, pões o champanhe com água e 5 punhadas de sal e mete no frigorífico.
Vais ver que quando acabares o jantar/almoço o champanhe está realmente frio.

A história do sapato

Alguns estudos mostram que há pinturas paleolíticas em cavernas da França e Espanha indicando a existência de calçados já em 10.000 a.C.
Porém, há pesquisadores que afirmam que os sapatos foram inventados na Mesopotâmia, onde actualmente fica o Iraque, há mais de 3.200 anos.
Eles eram feitos de couro macio para que os antigos pudessem atravessar trilhas montanhosas.

No Egipto Antigo, entre 3.100 a.C. e 32 a.C., apenas os nobres usavam sandálias de couro.
Os faraós usavam calçados deste tipo adornados com ouro.
Os gregos, que criaram os preceitos fundamentais da civilização ocidental, mostraram vanguarda não só na filosofia, na ciência e na política, mas também na moda, estudos mostram que alguns chegaram a usar um modelo diferente em cada pé.
Durante o Império Romano, os calçados denunciavam a classe ou grupo social do indivíduo.
Os senadores utilizavam sapatos em cor marrom, em modelos que amarravam na panturrilha por quatro tiras de dois nós.
Para os cônsules romanos a cor indicada era o branco.
Os calçados das legiões eram as botas de cano curto.
Mulheres calçavam sapatos brancos, vermelhos, verdes ou amarelos.

Na Idade Média, a maioria dos sapatos tinha a forma das actuais sapatilhas.
Eram feitas de couro.
Nobres e cavaleiros usavam botas de melhor qualidade.

O rei Eduardo (1272-1307), da Inglaterra, padronizou a numeração dos sapatos.
No mesmo país, em 1642, há o registo da primeira produção "em massa" de sapatos em todo o mundo.
Thomas Pendleton fez quatro mil pares de sapato e 600 pares de botas para o Exército.
Durante a Revolução Industrial, no início no século XVIII, na Inglaterra, as máquinas passaram a produzir calçados em larga escala.

No século XX, novos materiais, técnicas e tecidos entram na produção, modelagem, confecção, distribuição, entre outros sectores.
A necessidade dos atletas obterem um melhor desempenho em competições originou um novo segmento na indústria, voltado aos desporto, o que possibilitou a criação de ténis tecnológicos, que invadiram o vestuário de todos grupos sociais.
Além disso, a explosão da moda entre o público médio, a partir dos anos 80, também possibilitou o aumento do número de pessoas que passaram a consumir calçados de grife, tanto os mais simples quanto aqueles assinados por grandes estilistas verdadeiros artigos de luxo.


Língua Mirandesa

A língua mirandesa é uma língua românica falada no Norte da Península Ibérica.
É falada em Portugal, por quinze mil pessoas nas aldeias do concelho de Miranda do Douro e de três aldeias do concelho de Vimioso, num espaço de 484 km², estendendo-se a sua influência por outras aldeias dos concelhos de Vimioso, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros e Bragança.
O mirandês tem três dialectos (mirandês central ou normal, mirandês setentrional ou raiano, mirandês meridional ou sendinês) e a maioria dos seus falantes são bilíngues ou trilíngues, pois falam o mirandês, o português e o castelhano.
Os textos recolhidos, por exemplo, mostram a envolvência de traços fonéticos, sintácticos ou vocabulares das diferentes línguas e que o português é mais cantado porque considerado, pelos mirandenses, como língua culta, fidalga, importante.
Tendo a língua mirandesa uma forte tradição oral, passando de pais para filhos ao longo dos tempos, só em 1882, por José Leite de Vasconcelos, ilustre filólogo, arqueólogo e etnógrafo português, começou a ser escrita e investigada.

(Ele abre a História literária mirandesa publicando uma mão-cheia de poesias suas e de Camões num livro intitulado, "Flores Mirandesas".

Traduz muitas peças de Camões, recolhe nas aldeias de Miranda vários contos, histórias, lendas, fábulas, provérbios, adivinhas, cantigas de amor, de humor, de devoção, etc;.
Escreve ainda o ensaio "O Dialecto Mirandês", com o qual ganhou o galardão das Sociedades das Línguas Românicas de Montpellier, e os "Studos de Filologie Mirandesa" I e II, 1901.)
Manuel Sardinha (traduz poesias de Antero de Quental); Bernardo Fernandes Monteiro (traduz os quatro Evangelhos, São Lucas, São Marcos, São Mateus e São João, quase totalmente inéditos, tendo Trindade Coelho publicado excertos nos jornal "O Repórter", em 1896, e Gonçalves Viana outros na "Revista de Educação e Ensino" com texto por ele revisto, escreve ainda textos vários em prosa que publica no jornal "O Mirandez"), António Maria Mourinho (publica um livro de poesias de sua autoria "Nossa Alma e nossa Terra", 1961, e "Scoba Frolida An agosto/Lhiênda de Nossa Senhora de l Monte de Dues Eigreijas", 1979, "Ditos Dezideiros", 1995.
Manuel Preto "Bersos Mirandeses", 1993; Moisés Pires "Eilementos de Gramática Mirandesa", inédito, e "Pequeinho Bocabulário Mirandês-Pertuês", 2004) entre outros, seguiram-lhe os passos, estando agora a escrita a florescer.
Foi dentro desse espírito que este ano se estabeleceu uma Convenção Ortográfica, inteiramente patrocinada pela Câmara Municipal de Miranda do Douro e levada a cabo por um grupo de entendidos linguistas, que tem em vista estabelecer regras claras para escrever, ler e ensinar mirandês bem como estabelecer uma escrita o mais unitária possível e consagrar o mirandês como língua minoritária de Portugal.
O desenvolvimento, a vida moderna, a TV e as pressões do português e do castelhano são perigos que ameaçam o mirandês nos dias de hoje.
Por isso, em sua defesa, se têm tomado algumas medidas:
*O ensino oficial nas escolas preparatórias do concelho de Miranda do Douro, como opção, desde o ano de 1986/1987, graças a uma autorização ministerial de 9 de Setembro de 1985;
* A publicação, pela Câmara Municipal de Miranda do Douro, de vários livros sobre e em mirandês;
* A realização, pela Câmara Municipal, de um festival da canção e de um concurso literário anuais;
* O seu uso em festas e celebrações da cidade (discursos, missas, etc.) e de vez em quando, na imprensa, rádio e televisão;
* A publicação em mirandês de um volume de Astérix;
* A tradução para mirandês de todas as placas toponímicas da cidade, efectuada em 2006 pela Câmara Municipal
«O seu estudo por centros de investigação portugueses como o centro de linguística da Universidade de Lisboa com o projecto "Atlas Linguístico de Portugal", e a Universidade de Coimbra, que levou a cabo o "Inquérito Linguístico Bolêo". Divulgação nos meios de comunicação. Conferências, etc.
Embora ainda sem um estatuto jurídico e sendo escassas as medidas de protecção e promoção oficiais da Língua Mirandesa, o certo é que, fruto desse trabalho, a língua está, nos últimos tempos, a ser muito estudada, a revitalizar-se e a ganhar um estatuto de afirmação dentro e fora da sua região.
Algumas diferenças fonológicas em relação ao português são:
* manutenção do f inicial: FAME = fame;
* palatização da consoante inicial L: LINGUA = lhengua;
* manutenção das consoantes l e n em posição intervocálica: LUA = lhuna, MAU = Malo;
* palatização das consoantes duplas ll/nn/mn: CASTELO = castiêlho, ANO = anho, DANO = danho;
* ditongação da vogal breve e em posição tónica: FERRO = fiêrro, etc.
Jornal Mirandês
Aqui podes falar e tirar um curso
Video from : www.youtube.com
O Atlas das Religiões


Uma história de Amor que jamais se irá repetir
Video from : www.youtube.com































































ABES QUE VIVES NO SÉCULO XXI QUANDO...

enário Económico



inda não entendes-te a crise mundial?










uantos Camelos Vale a vossa namorada em Marrocos?

momento zen do dia

m gordo de raiz só come salada quando pede um Big Tasty no McDonald’s.





Pra Frente Brasil (em 1970, enquanto o povo vibra com a selecção de futebol, a repressão corria solta.
O Que é Isso Companheiro?
Cabra Cega.
O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias.
Acção Entre Amigos.
Baptismo de Sangue.
Zuzu Angel.
Hércules 56
Dois Córregos
Nunca Fomos Tão Felizes 































rte digital, aguarela, lápis de cor, tinta acrílica, esferográfica, pastel seco e oleoso, tudo lhe serve e tudo lhe é possível fazer acontecer. 
russo Denis Tolkishevsky nasceu, cresceu e vive na cidade siberiana de Novosibirsk.
possível que muitos já conheçam, mas para mim é novidade.
horpy é um sítio dedicado exclusivamente a fotografias tiradas entre 1850 e 1950 – o estilo muitas vezes identificado na Web como «vintage».
aul Steiner, austríaco, 47 anos, skydiver, membro da equipa europeia de skydive da Red Bull, acaba de redefinir a forma como os passageiros podem fazer o transbordo de um avião para o outro: a dois mil metros de altitude, à velocidade de 128 quilómetros por hora.
raças a uma sugestão enviada pelo meu irmão (obrigado!), apresento-vos mais um link para guardar nas bookmarks: 



























